Pivotar uma empresa

Pivotar uma empresa: conheça esse termo que pode mudar os rumos do seu empreendimento

Praticamente todas as empresas enfrentam um período de crise que traz muitos desafios para que o empreendimento possa continuar operando. Às vezes, a ideia original que levou à fundação do negócio não funciona mais e novos rumos podem ser necessários. Essa mudança de caminhos tem um nome: pivotar.

Compreenda o significado

Pivotar significa “mudar de direção”. Para o empreendedor, é mudar a direção do empreendimento mantendo a base tecnológica existente para que não se perca o que já foi conquistado.

É muito comum que empresas, principalmente startups, pivotem, principalmente no início dos negócios, por causa da incerteza e falta de orientação adequada.

E quando se fala em pivotar, não é em referência àquelas pequenas mudanças nos planos de negócios. Esse tipo de mudança é habitual em qualquer empresa. Pivotar significa uma grande alteração estratégica, um verdadeiro giro para outro direcionamento no esquema operacional dos negócios.

Saiba o momento de pivotar sua empresa

Antes de qualquer coisa, faça uma análise do seu negócio, verifique o mercado em que atua e apure os dados empresariais para ter embasamento para uma decisão. Cada empresa tem a sua própria realidade, mas, de uma maneira geral, costuma-se optar por pivotar quando os caminhos estratégicos adotados até então não estão mais levando o empreendimento a alcançar os objetivos definidos. Caso tenha dúvidas se é o momento certo para pivotar, busque um feedback de seus clientes a respeito do seu negócio. Auxílio profissional também é indispensável. 

Alguns casos que podem levar à pivotagem:

O serviço oferecido ficou obsoleto no mercado.
Seus clientes foram em busca do serviço de outra empresa ou mudaram de interesse.
Uma nova oportunidade de negócio se apresentou para você.
Seu produto não é aceito pelo mercado.

Para pivotar, avalie os seguintes fatores:

O motivo de pivotar. Entenda o que está acontecendo na empresa que faz com que você busque essa ação e analise se a mudança é justificável.
Verifique em qual fase do negócio a empresa se encontra. Negócios iniciantes são mais fáceis de pivotar. Empreendimentos mais antigos requerem um melhor planejamento estratégico.
Observe os recursos disponíveis, pois quanto maior for a mudança, mais tempo e dinheiro serão necessários investir. 

Pivotar é mudar o negócio e não desistir!

O empresário opta por pivotar quando entende o momento pelo qual a empresa passa. Essa atitude é muito diferente de desistir. Pivotar é buscar um meio para que o seu negócio volte a se posicionar no mercado e ser mais flexível e lucrativo. Quem assimila a necessidade de se aprender com os erros, consegue testar novas possibilidades e transformar o negócio em uma atividade ainda maior do que a original.

O insucesso inicial não é motivo para desistência. Lembre-se sempre de que empreender é assumir riscos. Ao perceber a inviabilidade do modelo inicial, pivotar permite estruturar um novo modelo de negócios com uma vantagem preciosa: agora você sabe o erro e já consegue reconhecer quais são as melhores oportunidades para fazer a sua empresa fluir.

Leia também:3 passos para ser um líder melhor

Empresário, já pensou em pivotar? Compartilhe a sua experiência com a gente nos comentários!

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Empresa júnior: a porta de entrada dos jovens no mundo dos empreendimentos

Muitos empreendedores começam a idealizar os seus negócios ainda na faculdade. Porém, muitos estudantes universitários ainda não sabem que é possível antecipar a experiência de estar no mercado empreendedor, começar a acumular alguma experiência e aprender sobre liderança e trabalho em grupo por meio da empresa júnior.

Entenda o que é uma empresa júnior

Uma empresa júnior é uma organização sem fins lucrativos, de caráter estudantil, formada por estudantes de nível superior e técnico. O objetivo dessas empresas é promover o crescimento profissional dos alunos ao mesmo tempo em que oferecem serviços de baixo custo para a comunidade local, o que faz delas muito atrativas em termos econômicos.

A empresa júnior fornece ao jovem e futuro empreendedor crescimento pessoal e profissional, pois ele encontra nela a oportunidade de aprender enquanto pratica. Além disso, há uma proximidade maior entre instituições de ensino, sociedade e mercado de trabalho. Os serviços oferecidos costumam se destacar pela qualidade apresentada e estão sempre condizentes com as novidades obtidas pela pesquisa científica feita nas universidades. 

A empresa júnior não pode ser subestimada, sequer vista como uma “aventura de universitários”, pois elas estão movimentando valores na casa dos milhões de reais no Brasil e envolvidas em projetos importantes de grandes marcas.

Como funciona?

Uma empresa júnior precisa ter um registro CNPJ como qualquer outra. É comum que os seus custos relativos à abertura sejam pagos pela própria instituição de ensino. Caso a instituição não tenha condições de arcar com os gastos, é costumeiro que os alunos organizem-se por meio de crowdfundings para a arrecadação financeira. 

Com relação à estrutura organizacional, a empresa júnior é bem semelhante às empresas habituais, possuindo setores de marketing, financeiro, RH etc. Nos cargos, há os que exercem funções de liderança, porém todas as decisões são tomadas em conjunto e as opiniões são sempre ouvidas pela equipe.

Há um detalhe interessante com relação à remuneração na empresa júnior: como é considerado um trabalho voluntário, o estudante que colabora não é remunerado e nem recebe uma bolsa adicional. O objetivo é que ele aprenda e adquira desenvolvimento profissional. 

Os benefícios

✔ Acesso às informações anteriormente disponíveis apenas no ambiente acadêmico.
✔ Diversos segmentos são abrangidos: comunicação, tecnologia, engenharia, agronegócio, entre outros.
✔ Pouca burocracia, fazendo com que os serviços da empresa júnior possam ser facilmente solicitados.
✔ Preço baixo, permitindo que as organizações possam fazer negócios com mais de uma empresa júnior.

Em 2020, levantamento feito pela Agência Brasil informou que existem 1239 empresas juniores no Brasil, compostas por cerca de 23 mil estudantes provenientes de 210 instituições de ensino. O país é o líder mundial no segmento.

Procedimentos para abrir uma empresa júnior

A princípio, os procedimentos iniciais são semelhantes aos de uma empresa convencional. Com relação à regularização, a empresa júnior vai precisar emitir diversos tipos de documentos como estatuto social, ata de fundação, certidão de aprovação etc. Também deverá ter em posse o seu próprio CNPJ.

Depois de reunidos, e já tendo decidido sobre o modelo de negócios e propostas de valores da empresa, os universitários devem se vincular a uma instituição de ensino, que irá disponibilizar um espaço físico para a realização dos trabalhos.

As empresas juniores são uma porta de entrada para os jovens no mundo do empreendedorismo. Com muita seriedade, podem marcar positivamente o funcionamento de diversas outras empresas, contribuindo para o crescimento econômico do país.

Projetos que são inovadores, como o da empresa júnior, devem ser incentivados e o empreendedorismo dessa modalidade sempre deve ser encorajado, pois quanto mais cedo os jovens estiverem inseridos no mercado empreendedor, maiores serão as chances futuras deles serem bem sucedidos em seus próprios empreendimentos.

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O que é Due Diligence?

A Due Diligence, ou diligência prévia, é um grande processo de estudo, análise e avaliação setorial de uma empresa na busca por informações e documentos que vão fornecer conhecimentos a respeito da situação jurídica da organização, detalhando sobre a sua lucratividade, faturamento e despesas. 

Todos os setores podem ser avaliados pelos processos da Due Diligence. Seus estudos, comumente, envolvem procedimentos de aspectos financeiros, previdenciários, contábeis, jurídicos, trabalhistas e tecnológicos da empresa. 

Por causa da grande exigência técnica para se fazer a Due Diligence, é indicado que ela seja feita por profissionais qualificados para a função. Contadores experientes não terão dificuldades em realizá-la com qualidade para a sua empresa.

Por qual motivo devo realizar a Due Diligence na minha empresa?

A resposta é simples: para que você tenha uma visão real sobre a situação do seu negócio. Inclusive, a Due Diligence é indispensável para empresas que estão passando por processos de venda, incorporação ou fusão. 

Para ficar melhor detalhado para você, estes são alguns dos procedimentos que serão exercidos pela Due Diligence:

→ Análise detalhada de documentos, demonstrações contábeis e financeiras;

→ avaliação da situação financeira da empresa;

→ verificação de oportunidades ou riscos para o negócio;

→ análise de toda a situação contábil.

Para também melhor ilustrar para você, estes são os alguns aspectos da empresa que serão melhor compreendidos pela Due Diligence:

→ Projeções futuras da empresa;

→ posicionamento de mercado;

→ situação fiscal e contábil;

→ verificação da existência e posicionamento dos principais concorrentes;

→ descoberta de fraudes que podem estar sendo cometidas por fornecedores, colaboradores ou clientes.

O empresário que busca fundir ou vender a sua empresa deve manter-se atento à situação atual do seu empreendimento, estando ciente do que deve ser melhorado, de quais processos podem render mais e sobre os problemas que podem ocorrer, buscando evitá-los. No caso da venda, os procedimentos da Due Diligence permitirão ao comprador saber em qual modelo de negócio ele está inserido.

Resultados da prática Due Diligence

Os resultados vão depender dos objetivos dos empresários. Caso os objetivos sejam os da venda ou fusão, o relatório obtido será enviado à parte interessada para que essa possa elaborar o contrato de transferência ou providenciar os documentos necessários para a realização da atividade pretendida.

Caso o interesse seja o de conhecer melhor a própria empresa, o empresário terá informações suficientes para amparar as suas tomadas de decisões, conquistar novos clientes, ganhar mais espaço no mercado e obter maior segurança.

Uma Due Diligence bem feita permitirá à sua empresa alçar voos maiores! E contratar uma consultoria contábil de qualidade será um grande diferencial!

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O que é o registro contábil de uma empresa?

Gerir uma empresa da maneira correta requer que o empresário tome diversos cuidados relacionados ao controle contábil da empresa. Para que a gestão ocorra apresentando resultados positivos, o registro contábil se apresenta como uma ferramenta aliada dos contadores e empresários na busca pela otimização do desempenho da empresa.

Qual é a função do registro contábil de uma empresa?

O registro contábil assinala todos os eventos ligados à economia e ao financeiro da empresa. Por meio dele, contadores e empresários conseguem saber sobre a saúde financeira da empresa, analisando receitas, gastos e permitindo saber quanto ela gera de lucro ou de despesas. Ainda é possível saber por meio do registro contábil o total dos bens que foram acumulados e sobre o patrimônio líquido acumulado.

De acordo com a Interpretação Técnica Geral (ITG), aprovada em 2010 pelo Conselho Federal de Contabilidade, o registro contábil de uma empresa é obrigatório para todos os tipos de empresa, independentemente de seu formato jurídico ou aporte financeiro.

O registro contábil é sempre feito por um contador, porém ele não trabalha sozinho, pois precisa de informações que só podem ser fornecidas pelo empresário responsável pela gestão da empresa. 

Registro contábil: parceria entre contador e empresário.

Como dito antes, contador e empresário colaboram juntos para que o registro contábil da empresa seja processado corretamente.

O contador será o responsável pela visão técnica do procedimento, verificando que tudo esteja de acordo com o Conselho Federal de Contabilidade. Já o empresário deve fornecer todas as informações econômicas solicitadas pelo contador. Tudo deve ser relevado com clareza e honestidade, visando o melhor resultado para a empresa. 

Às vezes, surgem dúvidas sobre quais informações devem ser fornecidas. Não há como padronizar, cada caso será diferente e dependerá do tipo de serviço prestado pelo contador. Comumente, as informações são sobre pagamentos de impostos e sobre a folha de pagamento. Contudo, estas podem ser informações que o seu contador já saiba por controlar esses serviços para a empresa.

Entre as informações que serão certas do contador depender da ajuda do empresário estão os extratos bancários da empresa, comprovantes de pagamento de despesas, contratos de aluguel etc. Ou seja, todos os dados que não passam pelo contador devem ser fornecidos pelo empresário.

Lembrando que, tratando-se de periodicidade, não há um prazo determinado legalmente, mas, habitualmente, o registro contábil é feito mensalmente.

Caso tenha ficado alguma dúvida, você pode deixá-la nos comentários abaixo, combinado? 

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Os serviços oferecidos pela contabilidade digital às fintechs

Para que a sua fintech se destaque no mercado, os serviços da contabilidade digital vão ajudá-lo a se desvencilhar mais facilmente de toda a burocracia imposta pelo setor financeiro. 

Um escritório de contabilidade que possua profissionais que conheçam como funciona o mundo das fintechs, que entendam a necessidade de se ter um pensamento inovador, vai apresentar às startups soluções diferenciadas a serem aplicadas nos serviços financeiros.

E sabe qual será o resultado disso? Haverá crescimento do seu negócio, as demandas estarão todas em dia e serão conquistadas melhores condições para que os gestores tomem decisões empresariais.

Como funciona a contabilidade digital nas fintechs?

 A contabilidade digital voltada para as fintechs controla a gestão contábil, trabalhista e fiscal. Como estas são empresas voltadas para o setor financeiro – atuantes no ambiente digital, com regulamentações recentes que geram muitas dúvidas -, os contadores mais atentos logo perceberam que esse era um setor que muito precisava do seu apoio profissional. Até porque são muitos os setores de atuação destas fintechs: instituições de crédito e pagamentos, gestão de dívidas, serviços digitais, criptomoedas, crowdfunding, etc.

Todos esses setores têm demandas contábeis específicas, que precisam de soluções igualmente específicas. Essas soluções serão oferecidas por contadores que saibam lidar com a complexidade das situações e prestem consultoria em ambiente online.

Serviços que a contabilidade digital pode prestar às fintechs

A contabilidade digital pode oferecer às fintechs os seguintes serviços:

Mudanças nas regulamentações 

Por serem relativamente recentes e constantes, as mudanças nas regulamentações relativas às fintechs devem ser acompanhadas a todo momento pela contabilidade digital. Além do mais, as atenções também precisam ser direcionadas à segurança cibernética, à proteção dos dados, ao combate à corrupção e à lavagem de dinheiro.

Exercer o controle fiscal 

A contabilidade digital para as fintechs orienta todo o planejamento tributário e todas as particularidades fiscais que atingem o setor. 

Apresentar dados sobre a situação financeira da fintech

Dados sobre a empresa são primordiais para que os gestores decidam sobre as decisões a serem tomadas por suas empresas. Com as fintechs não é diferente, por meio da análise dos relatórios contábeis, disponibilizando informações, a contabilidade digital orienta, de maneira mais qualificada, o empresário.

Cuidar do planejamento financeiro 

Neste setor, a contabilidade digital regula os investimentos, apoiando o planejamento financeiro. Dessa maneira, gestores serão auxiliados a fazerem as projeções de orçamento, ficando informados sobre alterações contratuais e legislativas.

Por ser muito dinâmica, a contabilidade digital consegue acompanhar todas as tendências do setor, permitindo às fintechs a possibilidade de conquistarem para as suas operações um melhor desempenho fiscal, tributário e contábil.

Gostou do texto? Acompanhe nosso blog para mais informações sobre o mundo da contabilidade!

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Abrir uma empresa: saiba as dificuldades

Quando decidem empreender, os empresários já estão cientes que deverão enfrentar uma sequência de desafios nos negócios. Para abrir uma empresa não é diferente.

Pode acontecer que, causadas pela inexperiência, algumas dessas adversidades já se apresentem no período inicial da operação empresarial, fazendo com que o empreendedor seja resiliente e busque antecipar-se aos problemas que serão enfrentados.

Vamos ilustrar algumas das maiores dificuldades para se abrir uma empresa.

Abrir uma empresa: burocracia dificulta o processo 

Burocracia abrir uma empresa

A burocracia posiciona-se como um dos grandes e mais desmotivadores entraves a serem enfrentados. São muitos os documentos que devem ser apresentados, como guias e registros, e diversas repartições a serem visitadas para obter declarações, tudo isso despendendo tempo.

Impostos são recolhidos ao abrir uma empresa

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Os impostos a serem pagos são outra grande dificuldade a ser enfrentada pelos empreendedores que querem abrir uma empresa. 

Dada à complexidade das questões fiscais no Brasil, o empreendedor deve ficar atento ao que diz a legislação local, nas esferas estaduais e municipais, além do que é regulamentado pelo governo federal

Como as variações são inúmeras, é imprescindível que o gestor busque apoio profissional para lidar com os tributos.

Mão de obra qualificada e a gestão de pessoas 

abrir uma empresa

O empreendedor que almeja, desde o início, oferecer um atendimento de excelência aos seus clientes, costuma ter dificuldades para encontrar uma mão de obra qualificada. A solução é investir, de imediato, em profissionais que possam qualificar a equipe da recém criada empresa, visando proporcionar um atendimento que se destaque pela eficiência. 

Com relação à gestão de pessoas, ela pode ser dificultada por uma eventual falta de experiência do líder da empresa. Como a equipe é um dos maiores ativos de uma empresa, o gestor deve buscar evoluir também enquanto líder de pessoas, buscando evolução e qualificação.

Novas empresas têm problemas com a ausência de crédito

abrir uma empresa

Já que, na maioria das vezes, empresas recém abertas não têm capital de reserva, elas enfrentam dificuldades para obter crédito mais barato. Isso acaba resultando em um grande problema para os empresários: a busca por empréstimos com juros altos, que trazem dificuldades para que sejam quitados, causando prejuízos e perdas.

Resumindo…

Quando se começa a empreender é do saber de todo empresário que problemas serão enfrentados. O gestor deve se antecipar a esses problemas e buscar auxílio qualificado para enfrentá-los, obtendo orientação profissional e muito aprendizado durante o processo.

É importante manter-se motivado com o empreendimento e tomando decisões que contribuam para que as chances do negócio evoluir sejam aumentadas.  

Quais dificuldades você enfrentou ao abrir uma empresa e quais soluções foram encontradas?

BLN 2021

O impacto da contabilidade no cotidiano das empresas brasileiras

A contabilidade é necessária para a gestão financeira e o controle fiscal da sua empresa, não importando qual seja o porte dela. Ela mantém sob controle os valores de ativos, passivos, receitas, custos, despesas e sabe mensurar a rentabilidade e a lucratividade do negócio, permitindo à empresa uma melhor saúde financeira. 

Já o gestor ganha uma oportunidade de se planejar, junto a uma melhor possibilidade de se antecipar para o enfrentamento de uma crise. 

A ação da contabilidade no dia a dia da empresa

Na empresa, a contabilidade é responsável por gerir o departamento contábil e fiscal, analisando informações provenientes de notas fiscais, extratos bancários e relatórios financeiros. Assim, são geradas informações que auxiliam os gestores da empresa no processo de tomadas de decisões, permitindo que saibam em qual setor está em um momento propício para investir e qual é o momento para segurar os gastos.

Como quase a totalidade desses relatórios gerados são técnicos – o que dificulta o entendimento pelos gestores -, a contabilidade e seus profissionais desempenham um papel fundamental também neste aspecto.

Isso porque permitem o claro repasse das informações aos gestores, gerando um melhor entendimento destas informações, fazendo parte fundamental do processo de tomada de decisões.

Sobre • BLN Contabilidade - Escritório de Contabilidade em São Paulo - SP

BLN: parceiros diamante da ContaAzul

Problemas de empresas sem contabilidade atuante 

Uma empresa que não dá a atenção necessária para o setor contábil, não permitindo que a contabilidade participe do seu cotidiano, enfrenta problemas graves como débitos tributários, alta probabilidade ser surpreendido por uma crise e, até mesmo, o fechamento da empresa.

Para que nenhum destes problemas venha a acontecer com a sua empresa, é primordial que as informações contábeis sejam constantemente colhidas e analisadas por profissionais qualificados.

Uma contabilidade feita com eficiência proporciona à empresa a oportunidade de evitar problemas, antecipar-se às crises, evitar prejuízos, entre diversas outras vantagens.

Como a contabilidade internacional funciona? Vantagens, estrutura e mais!

Os beneficiados pela atuação da contabilidade

Até aqui, você já entendeu que a presença da contabilidade em sua empresa impacta positivamente a situação financeira dela. Agora, chegou o momento de entender quais são os outros setores, órgãos e pessoas que também desfrutam dos bons serviços prestados por uma contabilidade eficiente. 

Investidores que não participam diretamente da administração da empresa;

Gestores diretos e colaboradores da empresa;

Instituições financeiras e bancos diversos;

O Governo, nas esferas municipais, estaduais e municipais.

Com tantos benefícios assim, é inevitável que você também queira que a contabilidade faça parte do cotidiano da sua empresa, garantindo uma saúde financeira plena, um controle fiscal dos melhores e muita longevidade nos bons negócios prestados.

E não se esqueça: a BLN Contabilidade está a postos para ajudar você com os serviços contábeis.

Faça contato com a gente, será um grande prazer contribuir para o sucesso da sua empresa! 👨‍🚀🚀

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MEI: conheça as opções de empréstimos

Você, que é MEI (Microempreendedor individual), pode já ter enfrentado dificuldades quando precisou recorrer a um pedido de empréstimo, ávido por uma quantia maior de capital para poder investir em seu negócio.

Nós, da BLN, entendemos a situação, pois sabemos que solicitar empréstimos não é uma tarefa das mais simples, principalmente quando a solicitação é feita em nome de empresas ou na situação de autônomo. Essa dificuldade acontece por causa dos altos valores que costumam estar envolvidos nestas transações e pelas instituições financeiras considerarem de risco os negócios firmados com pessoas que estão nestas categorias.

Mas temos uma boa notícia: há incentivos disponíveis para auxiliar os empresários que necessitam de ajuda. E, atualmente, o MEI conta com diversas modalidades de crédito disponíveis, com taxas de juros e prazos de quitação do empréstimo que podem ser bem variados entre eles.

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De onde provém as linhas de crédito para MEI e como as conseguir

O SEBRAE e a Caixa Econômica Federal anunciaram uma linha de crédito de mais de R$ 7 bilhões para ajudar os pequenos empreendedores, principalmente por causa das dificuldades enfrentadas com relação à crise causada pela epidemia da Covid 19, a obter capital de giro, com condições especiais para o pagamento e juros reduzidos.

Os valores dos empréstimos podem ser disponibilizados por variados bancos e instituições financeiras. A BLN lista para você algumas das opções disponíveis:


Cartão BNDES

BNDES: Brasil adere à declaração de financiamento responsável dos BRICS -  Ecoa

O cartão BNDES conta com taxas de juros mais baixas do que as do mercado. O financiamento é sempre em 48 vezes e o valor máximo a ser emprestado é de 1 milhão de reais.

Para utilizar essa alternativa de crédito, o MEI deve observar as projeções de crescimento do seu negócio e se certificar de que o valor do limite liberado não será ultrapassado. 

Empréstimo com garantia de imóvel

Empréstimo com garantia de imóvel: vale a pena?

Além das dívidas empresariais, essa modalidade pode ser utilizada para sanar dívidas pessoais. Com prazos longos, essa modalidade de empréstimo consiste em colocar um imóvel como garantia. O valor a ser emprestado pode ser até 60% do valor do imóvel. É considerada uma boa modalidade, já que protege as reservas financeiras pessoais do MEI.

Empréstimo por capital de giro

Empréstimo para capital de giro: o que a sua empresa precisa saber - Papo  Biz

Essa modalidade tem valores para empréstimos baixos, mas permite um período de até 15 dias sem aplicação de taxas de juros. Passados esses dias, as taxas que serão aplicadas ficam em torno de 1,5% e 2,5% ao mês.

Entretanto, os valores disponíveis para empréstimo costumam ser baixos, sendo possível negociar quantias levemente maiores analisando o faturamento da empresa e verificando a declaração do imposto de renda.  

Há várias outras modalidades de empréstimos disponíveis para MEI, permitindo que você opte aquela que atenda melhor às suas necessidades de valor e tempo para quitar o valor do empréstimo.

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Calendário para o imposto de renda 2021

Está chegando a hora de declarar o Imposto de Renda de 2021. Entre março e abril, os contribuintes que tiveram rendimentos maiores do que R$28.559,70 em 2020 devem declarar os seus rendimentos à Receita Federal.

Quem não apresentar a declaração, ou o fizer fora do prazo, terá que pagar multa de pelo menos R$165,74 com o valor máximo podendo chegar a até 20% sobre o valor do imposto de renda. 

Imposto de renda 2021: em qual data a declaração deve ser feita?

Até o momento, o calendário ainda não foi divulgado, porém, habitualmente a declaração ocorre entre o dia 1 de março e 30 de abril. Em 2020, o prazo foi prorrogado por causa da pandemia do coronavírus, mas não há ainda confirmação se o mesmo será feito no ano de 2021.

Restituição do imposto de renda

A restituição do imposto de renda acontece quando a Receita Federal identifica que o contribuinte pagou uma quantia maior de impostos do que deveria. A devolução dos valores acontece, normalmente, até o mês de dezembro do ano em que a declaração foi feita. Idosos, doentes físicos e mentais e portadores de doenças graves costumam ter prioridade no recebimento.

Fique atento às datas quando forem divulgadas e, para mais informações, você pode acompanhar as nossas redes sociais clicando nos links abaixo:

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Precisando da nossa ajuda, é só fazer contato, teremos muita alegria em ajudá-lo!

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TFE: O que significa e por que a sua empresa deve pagar essa taxa

É comum ao se abrir uma empresa, não ter a visibilidade de todas as taxas e contribuições de que a empresa está sujeita. Isso acontece com a TFE que é cobrada pelas Prefeituras. Como essa Guia é enviada pela Prefeitura assim como é feito pelo IPTU, normalmente o empreendedor leva um susto ou fica surpreso quando abre a correspondência .E você sabe o que é? Por que você paga e quais são as implicações de ignora-la? Acompanhe mais esse artigo explicando sobre essa Taxa.

O que é TFE ou a Taxa de Fiscalização

A TFE é a sigla para Taxa de Fiscalização de Estabelecimentos ou ainda conhecida como Taxa de Funcionamento. Ela é cobrada por todos os municípios brasileiros e pode ter alguma variação em seu nome.
Taxas cobradas por agentes públicos, são o efeito de uma remuneração por serviços públicos. A Taxa de Fiscalização é cobrada pelo papel de Polícia da Prefeitura na fiscalização das empresas e serve para custear as ações de controle e vigilância.
Normalmente a taxa é cobrada anualmente e os estabelecimentos comerciais recebem a guia diretamente da prefeitura.

Quem está sujeito a pagar a TFE

A TFE é devida por todos que exercem alguma atividade econômica na empresa em espaço próprio ou que seja aberta ao público.Isso inclui todas as empresas de comércio, serviços e industrias, os profissionais liberais, as organizações sociais, associações e fundações, e ainda pessoas físicas que exerçam atividades econômicas.
Ela é uma taxa anual, e é devida no ano de início das atividades até o ano do fim dela. Isso ocorre mesmo que durante o ano ou no fim dele.
Para os MEIs a cobrança depende da legislação municipal. Na maioria dos municípios o primeiro ano é isento, sendo cobrado a partir do segundo ano de operação. Em São Paulo os MEIs são isentos até deixarem essa condição e virarem ME.
O valor de cobrança depende de alguns fatores como o Município, a Atividade Econômica exercida, e a quantidade de empregados.
Quando a empresa exerce mais de uma atividade, o critério de cobrança da taxa passa a ser o valor mais alto. Por isso é preciso ficar atento na hora de escolher as atividades econômicas.
Uma observação sobre o CNAE: Se você não definir a atividade de sua empresa corretamente, vai se odiar depois.