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Investir em criptomoedas: vantagens e riscos

As criptomoedas são uma das novas formas de aplicações financeiras. Surgidas após a expansão da tecnologia digital, proporcionada principalmente pela internet, elas começaram a revolucionar a maneira com a qual os seres humanos interagem com o  dinheiro. 

Vista por profissionais da área de investimentos como sendo muito promissoras, as criptomoedas logo se destacaram por serem consideradas seguras, acessíveis e disponíveis para os mais variados perfis de investidores. 

O que são as criptomoedas?

Criptomoedas (também chamadas de bitcoins) são moedas virtuais, códigos de computador, que são utilizadas em transações digitais por possuírem valor monetário. Apesar disso, ela é muito diferente das moedas convencionais que conhecemos, como o euro, dólar ou o real, por causa de uma característica muito particular: elas não existem fisicamente. 

As criptomoedas têm todo o seu uso exclusivamente virtual. Mesmo assim, funcionam como qualquer outro meio de pagamento convencional, servindo para a aquisição de bens e serviços, sem burocracias ou domínio de instituições financeiras. 

Como ainda são vistas como uma novidade, elas ainda deixam muitas dúvidas no público. Vamos conhecer algumas de suas vantagens e desvantagens a seguir.

Vantagens de investir

criptomoedas

Valorização: impressiona o mercado financeiro a capacidade valorização das criptomoedas. Crescimentos na casa dos 600% já foram registrados e especialistas afirmam que o desempenho continuará sendo positivo nos próximos anos.

Descentralização: as criptomoedas não são controladas e taxadas por governos ou instituições financeiras, sendo reguladas apenas pela oferta e demanda.

Baixos custos: os custos relativos às operações de compra, venda e troca de criptomoedas são mais baixos do que as taxas cobradas no mercado tradicional que estão inseridas no uso do dinheiro físico.

Pode ser usada em diversos países: por ser considerada uma moeda universal, criptomoedas são uma boa pedida para quem viaja muito, evitando ter que lidar com a conversão cambial. 

Desvantagens das criptomoedas

Alta volatilidade: como o seu valor pode mudar de maneira repentina, investidores inexperientes, ainda com poucos conhecimentos sobre o assunto, podem ter prejuízos ao vender suas moedas em um momento impróprio. 

Impossibilidade de reembolso: não há garantias de receber o dinheiro de volta em caso de pagamentos equivocados por causa da inexistência de uma política de reembolso, o que também facilita a ocorrência de fraudes.

Ação de hackers: como existem no ambiente online, criptomoedas têm sua segurança feita por programas de computador. Isso favorece a ação de hackers que podem até mesmo roubá-las.

Visto por uns como uma grande revolução financeira, e por outros com desconfiança, o mercado das criptomoedas é uma realidade proporcionada pela tecnologia de nossos tempos. Fica a critério dos interessados analisar as possibilidades oferecidas por elas, verificando vantagens e riscos, e decidir sobre as chances de optar pelo investimento.

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Procedimentos para registrar a patente

Ter novas ideias é uma necessidade comum no concorrido meio empresarial. Para garantir que as novidades criadas entre produtos e serviços fiquem garantidas sob a posse do inventor e protegidas de cópias que não tenham sido autorizadas, registrar a patente se torna um procedimento imprescindível.

É preciso explicar antes que patentes são títulos de propriedade temporários, que devem ser renovados ao fim de um prazo de 10 anos e que informações técnicas sobre o que será patenteado deverão ser fornecidas. 

O procedimento é visto como burocrático e, no Brasil, o órgão responsável é o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que recebe e registra os pedidos de marcas e patentes. Qualquer pessoa, física ou jurídica, pode solicitar esse registro da patente.

 

Como registrar uma patente

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Uma empresa experiente no mercado vai saber agir para o registrar  a sua patente, mas, basicamente, o registro envolve as seguintes etapas:

→ Certifique-se que o seu produto pode ser patenteado. A invenção deve ser considerada uma novidade, ter utilidade inventiva, aplicação industrial e não ter sido patenteada por ninguém antes, nem mesmo um produto similar. A busca pode ser feita gratuitamente no site do INPI

→ Após estar certificado de que o seu pedido de registro de patente é possível de ser feito, acesse a página do INPI e solicite a GRU – Guia de Recolhimento da União – e faça o pagamento da taxa de registro. 

 

Com a guia paga (é importante guardar o comprovante) e a verificação que o seu produto está apto para registrar a patente, faça o pedido diretamente ao INPI. Reforçamos a necessidade pela busca de ajuda profissional, pois o processo tem procedimentos técnicos que podem ser difíceis para quem é leigo. Além do mais, será preciso um acompanhamento constante, pois há prazos que não poderão ser perdidos e diversos documentos serão solicitados. 

Junto ao pedido, deverá ser anexado um relatório detalhado sobre  o que você quer registrar a patente. Desenhos do projeto, informações técnicas, resumos explicativos etc. 

 

Como acompanhar o processo de registro da patente?

Para acompanhar o processo do pedido de registro da patente, é necessário consultar o sistema com frequência. É importante cadastrar o e-mail na plataforma, pois o sistema envia notificações automáticas quando o processo for movimentado.  Dessa forma, será possível saber rapidamente se comprovantes ou outros documentos foram solicitados. A Revista da Propriedade Industrial também realiza essa atualização, informando semanalmente às terças-feiras, sobre o andamento dos pedidos feitos. 

Há alguns casos que possibilitam ao requerente acelerar o processo, como idade, produtos úteis pertencentes à área da saúde, quando o invento já está sendo utilizado por outros de forma indevida, entre outros. 

Saindo a resposta, e ela sendo positiva, o INPI exigirá o pagamento da taxa carta-patente, com prazo de 60 dias para a quitação. Após ser expedida essa documentação, está assegurada a exclusividade do titular sobre o produto em todo o território nacional. 

Será necessário pagar anuidades dois anos após o pagamento da taxa de pedido, até que expire o prazo de validade do registro da patente. 

Caso ainda tenha dúvidas, não deixe de fazer contato com o INPI para tê-las esclarecidas. 


Leia também: O que é o registro contábil de uma empresa?

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Calendário para o imposto de renda 2021

Está chegando a hora de declarar o Imposto de Renda de 2021. Entre março e abril, os contribuintes que tiveram rendimentos maiores do que R$28.559,70 em 2020 devem declarar os seus rendimentos à Receita Federal.

Quem não apresentar a declaração, ou o fizer fora do prazo, terá que pagar multa de pelo menos R$165,74 com o valor máximo podendo chegar a até 20% sobre o valor do imposto de renda. 

Imposto de renda 2021: em qual data a declaração deve ser feita?

Até o momento, o calendário ainda não foi divulgado, porém, habitualmente a declaração ocorre entre o dia 1 de março e 30 de abril. Em 2020, o prazo foi prorrogado por causa da pandemia do coronavírus, mas não há ainda confirmação se o mesmo será feito no ano de 2021.

Restituição do imposto de renda

A restituição do imposto de renda acontece quando a Receita Federal identifica que o contribuinte pagou uma quantia maior de impostos do que deveria. A devolução dos valores acontece, normalmente, até o mês de dezembro do ano em que a declaração foi feita. Idosos, doentes físicos e mentais e portadores de doenças graves costumam ter prioridade no recebimento.

Fique atento às datas quando forem divulgadas e, para mais informações, você pode acompanhar as nossas redes sociais clicando nos links abaixo:

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